SobrE MIM

Quem está por trás da arte do Alquimia do Sneaker

Sou Rosana Fortes. Depois de uma vida inteira trabalhando e cuidando da família, descobri na restauração de sneakers uma forma de unir criatividade, renda extra e propósito — tudo sem sair de casa.

Sou Rosana Fortes, tenho 62 anos, sou mãe de um universitário e moro em Portugal com minha família.

Sempre gostei de trabalhos manuais e de transformar coisas com as mãos. Hoje, junto tudo o que aprendi ao longo da vida para ensinar a cuidar, restaurar e customizar sneakers usados — e mostrar que isso pode virar renda extra de dentro de casa, mesmo para quem tem pouco tempo, pouco dinheiro e zero “talento artístico” de nascença.

Como a Alquimia começou na vida real

Sempre gostei de transformar coisas com as mãos — na cozinha ou no artesanato. A mesma “alquimia” que uso para transformar ingredientes numa comida saborosa, hoje aplico aos sneakers: pegar algo gasto e devolver vida e valor.

Sempre gostei de transformar.
Seja na cozinha, misturando ingredientes simples em algo saboroso,
ou nas mãos, devolvendo vida a um par já gasto.

Cozinhar, pra mim, é alquimia: transformar o que se tem em algo que nutre, alegra e dá sentido.

Foi dessa mesma energia que nasceu o Alquimia do Sneaker
uma forma de dar segundas chances tanto aos sneakers que iriam parar no lixo,
quanto às pessoas que precisam de um novo começo profissional, dentro de casa.

Porque restaurar é isso: olhar para algo gasto e enxergar valor, história e recomeço.

“Transformar é um ato de alquimia. E toda segunda chance é um ato de amor.”
Rosana Fortes

A mudança de país, pouco dinheiro e muito aprendizado

Quando moramos na Alemanha, eu tinha pouco dinheiro, mas tinha tempo. Comecei a recuperar roupas e sneakers para a família. Ali aprendi que com técnica e paciência dá pra transformar qualquer peça — e gerar renda gastando pouco.

Aos 52 anos, mudei com meu marido e meu filho para a Alemanha.

Eu não tinha amigos, estava aprendendo o idioma e trabalhava meio período. O resto do dia era a famosa jornada dupla: ir e voltar de bicicleta, cuidar da casa, lavar roupa, passar as camisas do meu marido (terno e gravata todos os dias), fazer comida…

No fim das contas, me sobrava 1 a 1h30 por dia. E é importante dizer isso, porque muitas mulheres vivem exatamente assim: trabalham fora, cuidam de tudo em casa e, ainda assim, sentem que precisam de uma renda a mais.

Como o dinheiro era curto e o seguro de saúde obrigatório era caro, o nosso salário cobria aluguel, carro, contas básicas… e praticamente mais nada. Então eu fazia de tudo para economizar:
– arrumava minhas próprias unhas
– reformava meus sapatos e roupas
– e passamos a comprar quase tudo de segunda mão.

A loja que mudou minha visão de valor

Em uma loja comunitária chamada Findus, percebi como as pessoas descartam peças ótimas. Ali entendi que “valor” é relativo — e que muito do que vira lixo pode virar oportunidade.

Um dia, alguém nos indicou uma loja comunitária chamada Findus. Ela funcionava com voluntários, só abria na sexta à tarde e sábado, e era muito frequentada por imigrantes e refugiados.

Lá tinha de tudo: roupas, casacos de inverno, eletrodomésticos, brinquedos… Mas o mais curioso é que nada tinha preço.

Você escolhia o que queria, levava ao balcão e, na hora de pagar, a atendente olhava para você, imaginava quanto você poderia pagar e dizia um valor. Se estivesse bom, você levava.

Foi ali que entendi, de um jeito muito concreto, que “caro ou barato” é sempre questão de ponto de vista. Aquilo que uma pessoa descarta, outra pode enxergar como uma oportunidade enorme.

E o volume de coisas boas sendo descartadas era impressionante.

Segundas chances em forma de roupa e tênis

Sempre acreditei que nada está totalmente perdido. Na Alemanha, enquanto transformava roupas e sneakers para o nosso uso, percebi que o que muitos descartavam ainda tinha vida. Essa ideia de “segunda chance” virou parte de mim — e mais tarde se tornaria a base do meu trabalho.

Nesse período, meu filho também estava passando por uma fase difícil: deixou para trás os amigos de infância, com quem estudava desde os 5 anos, e de repente, aos 10, estava a mais de 10.000 km de distância deles.

Como mãe, eu queria animá-lo de algum jeito. Comecei a comprar camisetas simples e baratas e a pintar à mão com personagens e temas que ele gostava.

No começo, não tinha “talento”. Então eu repetia, errava, tentava de novo. Foi assim que aprendi, na prática, que técnica e segurança vêm com tempo e persistência, não com dom mágico.

Aos poucos, fui fazendo o mesmo com sapatos e tênis: limpando, ajustando, reformando. Tudo com orçamento apertado e muita criatividade.

Portugal, cirurgia e o início da Alquimia do Sneaker

Em Portugal, depois da cirurgia e convivendo com artrose, precisei encontrar uma forma de trabalhar sem forçar o corpo. Foi nesse momento que transformar sneakers usados passou de necessidade a profissão. Com poucos recursos e limitações físicas, criei um método simples, seguro e adaptado — que qualquer pessoa, mesmo com pouca mobilidade ou tempo, consegue aplicar de casa. Foi assim, da dificuldade, que nasceu a base do Alquimia do Sneaker.

Depois de 5 anos na Alemanha, nos mudamos para Portugal.

Por causa das minhas joanetes, precisei fazer cirurgia e, a partir daí, passei a usar praticamente só tênis / sneakers.
Aposentada, eu queria uma renda extra, algo que eu pudesse fazer de casa, no meu ritmo.

Como já tinha algumas ferramentas, tintas e até materiais de manicure, comecei a comprar tênis usados e roupas velhas, reformar e vender em plataformas de segunda mão.

Tenho artrose, sim, mas enquanto minhas mãos permitirem, vou continuar fazendo essa arte que me faz tão bem — e ensinando outras pessoas a descobrirem esse caminho também.

O que eu vejo quando olho para um sneaker “cansado”

Muita gente olha para um sneaker muito usado e enxerga só desgaste, desvalorização, algo que já deu o que tinha que dar.
Eu enxergo potencial:
– um par que foi usado até enjoar, mas pode ganhar uma nova história
– um material que poderia ir para o lixo, mas pode virar fonte de renda
– uma oportunidade para alguém que precisa trabalhar de casa começar um novo caminho.
A Alquimia do Sneaker existe justamente para isso: reciclar o que seria o “lixo” de muitos e transformar no “ouro” de outros, com respeito ao meio ambiente, ao bolso e ao tempo de quem está do outro lado.

O QUE EU ENSINO HOJE

Aprenda a ter renda sustentável a partir de materiais simples trabalhando em casa

No Alquimia do Sneaker, ensino um passo a passo simples para transformar sneakers usados em pares valorizados — de casa, com poucos recursos e respeitando seus limites físicos e de tempo.

Hoje, o meu foco é ensinar, de forma organizada e acessível, tudo o que aprendi nesses anos:

  • como limpar e preparar sneakers usados
  • como restaurar o que está desgastado
  • como customizar com personalidade
  • e como transformar esse cuidado em serviço pago ou em renda extra, trabalhando de casa.
  • O Alquimia do Sneaker foi pensado especialmente para quem:
  • tem pouco tempo, mas consegue separar 1 horinha por dia
  • precisa complementar a renda sem sair de casa
  • acredita em segundas chances: para objetos, para pessoas e para a própria trajetória profissional.

Nossos números

+
Anos de Experiência
+
Pares Restaurados
%
Cliente Satisfeito

Por trás dessa História

A filosofia que sustenta meus projetos

A Green Shoes Academy nasceu com um propósito simples e profundo: ensinar técnicas acessíveis de transformação manual que geram autonomia, sustentabilidade e novas possibilidades de renda — sempre respeitando o tempo, a criatividade e a realidade de cada pessoa.

O Alquimia do Sneaker integra a Green Shoes Academy, uma iniciativa dedicada a capacitar pessoas a transformar peças usadas em produtos desejados, úteis e rentáveis.

Porque transformar não é só renovar um objeto.
É olhar para algo gasto e enxergar valor, história e recomeço.

Quer transformar cuidado com sneakers em renda de verdade?

PSe quiser começar com calma, experimente o mini tutorial gratuito.
Quando fizer sentido avançar, o curso Alquimia do Sneaker está aqui para você. a passo.

Rolar para cima